- Rust 84.8%
- Shell 15.2%
Duas correções no `mutacao()`, ambas descobertas rodando o hook nos quinze repositórios. `--output .`: o cargo-mutants grava o `mutants.out` na raiz do WORKSPACE, não no diretório de onde foi chamado. Nos repositórios que também são membros de um workspace maior o relatório ia parar um nível acima, fora do repositório, e a checagem do teto não achava o arquivo -- reprovando um crate que não tinha deixado nenhum mutante escapar (o battleship-common foi reprovado assim, com 65 mutantes e 0 sobreviventes). TMPDIR no disco: o cargo-mutants copia a árvore e compila a cópia no TMPDIR, que aqui é /tmp em tmpfs -- memória. Uma árvore de build do `iced` dentro dele esgotou a RAM da máquina. O scratch passa a ficar em ~/.cache/cargo-mutants, com CARGO_MUTANTS_TMPDIR para quem quiser outro lugar. Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01PhdPjHUuVhXaitwT4mG53t |
||
|---|---|---|
| .cargo | ||
| .githooks | ||
| .woodpecker | ||
| src | ||
| tests | ||
| .gitignore | ||
| .mutants-teto | ||
| Cargo.lock | ||
| Cargo.toml | ||
| LICENSE | ||
| README.md | ||
Blackjack
Blackjack de terminal, escrito como protótipo de curso de Rust.
O jogo distribui duas cartas para você e duas para a banca, mostrando só
uma das dela. Você pede carta (h) enquanto quiser, ou para (s). A
banca então compra até chegar a 17. Quem chegar mais perto de 21 sem
estourar, ganha.
cargo run
O que este projeto exercita
- Enums com comportamento:
Suit,RankeGameResultcarregam métodos em vez de viraremmatchespalhados pelo código. - Ás flexível:
Hand::valuesoma o ás como 11 e o rebaixa para 1 enquanto a mão estiver estourada — o laço emvalue()é o coração da regra. - Injeção de dependência para testar:
run_game_with_deckrecebe o baralho pronto, eplay_gamerecebe leitor e escritor genéricos. É o que torna possível testar uma partida inteira sem terminal e sem sorte. - Erros de domínio:
BlackjackError::DeckVazioem vez deunwrapnumpop()que pode falhar.
Testes
cargo test # 108 testes
cargo test --test spider # propriedades (proptest)
cargo test --test mutantes # testes nascidos do cargo-mutants
cargo mutants # índice de mutação: 0 sobreviventes
As duas suítes em tests/ estão documentadas no cabeçalho de cada
arquivo e valem a leitura: spider varre o espaço de entradas em vez de
fixar casos, e mutantes existe porque cobertura de 98% não impedia que
o corpo de clear_terminal fosse trocado por um Ok(()) mudo sem
quebrar nenhum teste.
Verificações antes do commit
O .githooks/pre-commit roda aqui o que o Woodpecker roda no servidor. Ele
é gerado a partir do .woodpecker/pipelines.yml deste repositório, então os
comandos não podem divergir do CI. Ative uma vez por clone -- o hook é
versionado, a configuração que aponta para ele não é:
git config core.hooksPath .githooks
Roda tudo a cada git commit, do mais barato ao mais caro, e para no
primeiro que falhar: lint do pipeline, cargo fmt --check, clippy com -D warnings, build, testes, cobertura (piso 98%), auditoria de dependências e
a perna MSRV 1.90.
O teste de mutação só existe aqui. Ele saiu do pipeline: mutação
recompila o crate uma vez por mutante, e no runner isso eram dezenas de
minutos por push, num passo que ninguém acompanha enquanto espera. O teto
continua em .mutants-teto, versionado -- a regra não afrouxou, mudou de
lugar. É de longe a etapa mais lenta; para pular só ela:
PRE_COMMIT_SEM_MUTACAO=1 git commit ...
Para pular tudo, git commit --no-verify. Um hook que não se pode pular é
um hook que todo mundo desativa.
Licença
GPL-3.0-or-later. Veja LICENSE.