- Rust 92.8%
- Shell 7.2%
Um teto sobre zero mutantes aprova sem medir. Foi o que aconteceu no battleship-client: as exclusões do .cargo/mutants.toml cobriam o crate inteiro, o cargo-mutants dizia "Found 0 mutants" e a checagem imprimia `sobreviventes=0 teto=0` -- que se lê como perfeição e significa silêncio. O hook levava 2 segundos e não verificava nada. Agora, se a soma de caught, missed, unviable e timeout for zero, a etapa falha e diz o que fazer: encolher as exclusões ou remover o .mutants-teto. Um portão que aprova sem medir é pior do que portão nenhum, porque dá a impressão de cobertura que não existe. Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01PhdPjHUuVhXaitwT4mG53t |
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|---|---|---|
| .cargo | ||
| .githooks | ||
| .woodpecker | ||
| src | ||
| tests | ||
| .gitignore | ||
| .mutants-teto | ||
| Cargo.lock | ||
| Cargo.toml | ||
| LICENSE | ||
| README.md | ||
Pong
Pong de dois jogadores em terminal, escrito como protótipo de curso de Rust.
O jogador 1 usa W/S, o jogador 2 as setas. ESPAÇO começa e pausa,
ESC sai. Cinco pontos encerram a partida.
cargo run
O que este projeto exercita
- Física simples e determinística: a bola tem posição e velocidade,
e cada quadro é
updateseguido das checagens de colisão. Nada de ponto flutuante escondido em lugar nenhum. - Renderização injetável:
Renderer<W: Write>é genérico sobre a saída. Em produção escreve nostdout; nos testes escreve numVec<u8>, que é conferido byte a byte — inclusive as sequências de escape do terminal. - Aritmética que não estoura:
Game::newe as colisões usamsaturating_sub. Campos menores que a raquete já derrubaram este jogo duas vezes, uma em cada eixo.
cargo test --features visual -- --ignored # inspeção visual na tela
Testes
cargo test # 284 testes
cargo test --test spider # propriedades (proptest)
cargo test --test mutantes # testes nascidos do cargo-mutants
cargo mutants # teto de 4 sobreviventes, todos documentados
Foi a varredura de dimensões de campo em tests/spider que encontrou o
estouro de u16 em check_paddle_collisions. E foi o cargo mutants
que mostrou que 18 mutantes sobreviviam dentro de src/renderer.rs: o
renderer era genérico justamente para poder ser inspecionado, mas nenhum
teste olhava o que ele escrevia.
Verificações antes do commit
O .githooks/pre-commit roda aqui o que o Woodpecker roda no servidor. Ele
é gerado a partir do .woodpecker/pipelines.yml deste repositório, então os
comandos não podem divergir do CI. Ative uma vez por clone -- o hook é
versionado, a configuração que aponta para ele não é:
git config core.hooksPath .githooks
Roda tudo a cada git commit, do mais barato ao mais caro, e para no
primeiro que falhar: lint do pipeline, cargo fmt --check, clippy com -D warnings, build, testes, documentação sem buracos, build release, cobertura
(piso 99%), auditoria de dependências e a perna MSRV 1.90.
O teste de mutação só existe aqui. Ele saiu do pipeline: mutação
recompila o crate uma vez por mutante, e no runner isso eram dezenas de
minutos por push, num passo que ninguém acompanha enquanto espera. O teto
continua em .mutants-teto, versionado -- a regra não afrouxou, mudou de
lugar. É de longe a etapa mais lenta; para pular só ela:
PRE_COMMIT_SEM_MUTACAO=1 git commit ...
Para pular tudo, git commit --no-verify. Um hook que não se pode pular é
um hook que todo mundo desativa.
Licença
GPL-3.0-or-later. Veja LICENSE.